Este é um espaço para partilha e discussão de ideias.
Local de "encontro" para opinar sobre o que acontece, o que se projecta para o futuro nesta freguesia de TELHADO.
Sem medo, aberta e de forma verdadeira vamos expôr o nosso pensamento.
SERÁ UM MEIO DE DIVULGAÇÃO DE TUDO O QUE DIGA RESPEITO, DIRECTA E INDIRECTAMENTE A TELHADO.
Se desejar algum esclarecimento envie email para: ntsilva_50@hotmail.com
Por estes dias muitos gozam as suas férias. Emigrantes regressam ao seu país, uns para matar saudades, e outros para exibir os seus bólides.
Ora, muitos levam à letra: férias são férias, logo, vale tudo. Errado. Enquanto uns gozam férias outros trabalham; enquanto uns querem divertimento total outros procuram o sossego. daí ser importante cada um respeitar as férias dos outros.
É como estar na praia e ser incomodado por aqueles que querem fazer do areal um campo de futebol. Muitas prais tem espaço para isso tudo, mas existem aquelas cujo areal é demasiado pequeno para os banhistas quanto mais para jogar futebol.
Por todo o lado multiplicam-se as festas, os festivaism, os arraiais... Eventos produtores de ruído, confusão e lixo. As autoridades nada fazem e também muitas vezes não podem agir. A lei não permite barulhos após as 22h00, mas paga-se uma licença e já pode haver música, baile. É assim o nosso país.
Mas parece ser normal. Porque uns gostam e os outros têm que suportar.
É o mês de Agosto. Vale tudo, menos respeitar os direitos dos outros. Por isso, nas estradas os impacientes não conseguem suportar as filas e não cumprem as regras de trânsito pondo em risco a sua vida e sobretudo a dos outros.
Nos locais de concentração, estaciona-se de qualquer maneira, por vezes ocupando o lugar que dá para duas viaturas ou mesmo em locais proibidos.
Nos santuários (Sameiro, S. Bento da Porta Aberta, Fátima e outros) multidões de pessoa não respeitam o silêncio próprio do local. Falam alto, parecendo um autêntico mercado. Há pessoas que até falam ao telemóvel dentro das igrejas. Já nem me refiro áqueles que se esquecem de o desligar ou silenciar e depois começam a tocar durante as missas. E nesses momento o telemóvel nem aparece, e toca, toca....
As férias podem ser tempo de encontro e diversão. Mas devem sê-lo dentro do respeito dos outros que procuram também o seu descanso.
As férias não podem ser uma escapatória para a permissão total. Pode valer tudo mas dentro do respeito dos direitos dos outros.
Este fim de semana, o Agrup 464, celebrou o seu 35º aniversário sob o lema “Eu sou, Tu foste….. Anda Reviver”.
Foi um convite para os actuais escuteiros bem como todos aqueles que já fizeram parte deste Agrupamento ao longo destes 35 anos. Juntaram-se cerca de 40 ex-escuteiros (T-Shirt roxa) para reviver o passado integrando-se neste acampamento. Por lá passaram alguns dos fundadores do Agrupamento: José Luís Costa Barroso, Armando Borges e José M. Passos e o actual Pároco e assistente do Agrupamento.
Na eucaristia também estiveram presentes: Valdemar Magalhães e Jaime Rebelo, Chefe de Núcleo e Pres da Mesa do Cons de Núcleo, respectivamente.
Na Eucaristia presidida pelo Pároco e assistência, pegando na parábola do semeador, disse que a semente tinha sido lançada há 35 anos. “Os mais novos esperam lição dos mais velhos e os mais velhos, esperemos que sejam bons pais, bons cristãos e amadores da vida da paróquia.”
Neste domingo da Párabola do semeador, o Pároco alertou para os cuidados a ter com as sementes que o mundo lança: “Um mundo traiçoeiro e enganador”, bem como cautela com “as trafolhices do mundo, a deslealdade e tacanhez das pessoas”.
De facto, não podemos parar. A vida é um contínuo caminhar e avançar. Uma construção permanente. De inquietações, de anseios. De espinhos e obstáculos criados pelo homem que se acha sabedor e conhecedor de todas as coisas. O homem sonha mas o mundo não avança porque muitos homens não querem. Ou querem somente o que a sua vontade anseia. Os velhos do Restelo já os conhecemos desde os descobrimentos. Eles ainda hoje existem.
Por isso, o Escuta deve estar Sempre Alerta…. para melhor servir. Cumprir os seus preceitos e ajudar a construir uma sociedade melhor.
Os escuteiros trabalharam com afinco na preparação deste acampamento. Tudo ao pormenor. Muita criatividade, mas sempre com a preocupação do respeito pela natureza, até um chuveiro para banhos, "ecopontos". Aqui vemos que o homem pode viver e conviver com a natureza sem a destruir. Aqui ficam algumas dos momentos desse acampamento:
Celebra as Bodas de Ouro sacerdotais, O Sr. Pe. Joaquim Faria Pereira. Nasceu em Telhado em 06-11-1935, no Lugar de Penides. Recebeu o sacramento da Ordem em 09-07-1961. Já foi Pároco em diversas paróquias da Arquidiocese de Braga. Desde 22/08/1996, é pároco de Atiães, Vila Verde. Muitos Telhadenses ainda se recordam do Pe Joaquim Faria Pereira porque, de quando em vez, aparece na paróquia para participar nos funerais de pessoas amigas e do seu tempo de menino nesta paróquia de Telhado. Não ouvi uma palavra a respeito dos 50 anos de sacerdócio. Por isso, neste meu Blogue, tal como no artigo do Pegadas, não quis deixar passar em claro esta data. era bom não esquecer os conterrâneos. Parabéns pelos seus 50 anos de sacerdócio, pelo trabalho e dedicação à Igreja e Evangelização do Reino. Para muitos continuará a ser um Telhadense que não esquece as suas origens o seu “torrão”, pois, “Telhado é nossa terra muito amada”, como refere o Hino Paroquial. Que Deus o cumule de bênçãos e força para o anúncio da Palavra no Rebanho que lhe está confiado.
A maior parte das vezes queixamo-nos por tudo e por nada. Nunca estamos satisfeitos connosco e com os outros. Até podemos ter tudo, materialmente, mas continuamos a lamentar-nos. No entanto, há pessoas capazes de ultrapassar todas as barreiras e limites. Muitas têm uma força interior capaz de "mover montanhas". Nas adversidades encontram oportunidades de para se superar e demonstrar as suas forças e potencialidades. Partilho o vídeo em baixo porque revela a capacidade que o Homem tem; aqui está demonstrada que quando o "homem sonha o mundo avança". Mais do que isso, demonstra-nos o poder que o sorriso tem em nós e provoca nos outros. Infelizmente, vemos na nossa sociedade caras tristes, abatidas. O sorriso tem um poder mágico e contagiante. Pena é que muitas pessoas não sejam capazes de sorrir. O sorriso é mais importante para quem o recebe do que para quem o dá. Como é bom ver alguém sorrir.
Celebra-se neste 1º domingo de Maio o dia da Mãe. Outrora, em Portugal, este dia ocorria no dia 8 de Dezembro, dia da Imaculada Conceição. O dia da mãe noutros países celebra-se em datas diferentes:
2º domingo de Fevereiro - Noruega 1º domingo de Maio - Portugal, Espanha, África do Sul, Líbano.. 2º domingo de Maio - Alemanha, Estados Unidos, Brasil, Dinamarca, Finlândia, Japão, Turquia, Itália, Austrália e Bélgica, Dinamarca 10 de Maio - México, Índia, Guatemala, 4º domingo da Quaresma - Inglaterra Último domingo de Maio - Suécia, França (se coincidir com o pentecostes passa para o 1º domingo de Junho) 2º domingo de Outubro - Argentina 2 semanas antes do Natal - Iugoslávia
A celebração do dia da mãe partiu da vontade de uma americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Em qualquer Mãe, reconhecemos aquela Mulher que age com o coração, pelo amor. É aquela que vive milhões de emoções num só dia e transmite cada uma delas num único olhar. Não há palavras para descrever o papel e a missão de Mãe que só ela sabe fazer e cumprir. Só os filhos sabem qual o valor de mãe. Porque é à Mãe que devemos dizer obrigado, por tão bem entender e aceitar a vida, mesmo com o sacrifício ou o risco da sua própria. Aliás, as mães tudo dão, tudo sacrificam pelos filhos.
Para a minha e todas as mães fica aqui a canção: Minha Mãe de Zeca Afonso. Só o zeca Afonso consegue esta intensidade e esta melodia tão profunda. letra simples mas com imensa ternura que só as mães merecem.
Ó minha mãe, minha mãe, Ó minha mãe, minha amada, Quem tem uma mãe tem tudo, Quem não tem mãe não tem nada
Quem não tem mãe, não tem nada, Quem a perde é pobrezinho, Ó minha mãe, minha mãe, Onde estás que estou sozinho?
Estou sozinho no mar largo, Sem medo à noite cerrada Ó minha mãe, minha mãe, Ó minha mãe, minha amada.
Os poetas, os filhos dedicam às mães os seus pensamentos, a sua gratidão através das palavras. Aqui ficam mais estes poemas.
É HOJE O TEU DIA!
É hoje o teu dia, Mãe! Mas sabes bem a razão Porque o teu dia é também Dia do meu coração.
Aliás, por graça de Deus, A quem sempre te confias, Todos os dias são teus, como são meus os teus dias.
Para mim o céu imploras E em bênçãos as mãos levantas Contigo choro, se choras Se canto, comigo cantas.
Cada sonho tem seu dia Cada estrela tem seu brilho Eu sonho a minha alegria Na glória de ser teu filho.
Mons. Moreira das Neves
Ou esta canção. Letra e música de autores desconhecidos. Transmitem a verdadeira profundidade desta data.
MÃE QUE PALAVRA TÃO BELA
Mãe que palavra tão bela E tão doce de expressar! Outra não há como ela, Nem mesmo a possa igualar!
Amor puro como o teu, Amor santo e divinal, Amor grande que é só meu, Não há outro assim igual.
Ó minha mãe adorada, Jamais posso agradecer À tua alma, cansada De tanto por mim sofrer
O teu nome mãe querida, Nunca será esquecido; Ficará p’ra toda a vida, sendo sempre o mais querido.
O Pároco de Telhado, neste domingo de Páscoa, brindou os seus paroquianos com mais uma das suas atitudes: Impediu o Grupo Coral de cantar o Hino do Glória.
Passo a explicar:
Após o rito penitencial, dei a introdução (no órgão) para o presidente entoar o Glória (música F. Santos a mais conhecida e cantada em Portugal). É assim que tenho procedido nos dias festivos (Natal, Páscoa) bem como na chamada “missa do Senhor” que se celebra todos os quartos domingos de cada mês (a do mês de Abril foi adiada para o domingo seguinte porque era o domingo de Páscoa).
Mas, simultaneamente à introdução do Glória, o Sr. Pe Carneiro começa a rezar o Glória. Pára e interrompe para dizer que ao altar tem que ser dado conhecimento do que se vai fazer (não está reproduzido textualmente).
Depois prosseguiu a rezar o Glória.
Afinal que Páscoa celebramos? Que significa a ressurreição de Jesus? Não é alegria? Anúncio de uma Esperança? Ou proclamamos a morte, a tristeza?
No dia de Páscoa, em que se pretendia uma Eucaristia festiva, de alegria pascal, o Pároco com as suas atitudes prepotentes, e desrespeitadoras, tirou a dignidade litúrgica. Pois, o canto, a música na liturgia é para ajudar os fiéis a celebrar e a expressar a sua fé, n'Aquele que é a fonte de Vida e não de Ódio.
Podemos ver que no Céu, os anjos louvam a Deus, cantando-Lhe louvores. É o que podemos depreender pelo Livro do Apocalipse:
“Depois disso, ouvi no céu como que um imenso coro que cantava: Aleluia! A nosso Deus a salvação, a glória e o poder, porque os seus juízos são verdadeiros e justos. Ele executou a grande Prostituta que corrompia a terra com a sua prostituição, e pediu-lhe contas do sangue dos seus servos. Depois recomeçaram: Aleluia! Sua fumaça sobe pelos séculos dos séculos.
Então os vinte e quatro Anciãos e os quatro Animais prostraram-se e adoraram a Deus que se assenta no trono, dizendo: Amém! Aleluia! Do trono saiu uma voz que dizia: Cantai ao nosso Deus, vós todos, seus servos que o temeis, pequenos e grandes.Nisto ouvi como que um imenso coro, sonoro como o ruído de grandes águas e como o ribombar de possantes trovões, que cantava: Aleluia! Eis que reina o Senhor, nosso Deus, o Dominador!” (Ap. 19,1-6)
Parece que o pároco quer que Cristo continue crucificado.
Chega de ódio e de afastar as pessoas e movimentos da paróquia.
Para que serviu a Quaresma? Que mudança de vida? É só para os outros? Ou dentro da Igreja aplica-se: “Olha para o que eu digo e não olhes para o que eu faço”!?
Por isso são pertinentes as palavras do ilustre Pe Alberto (diversas vezes o escutamos nos seus eloquentes e sábios sermões) a respeito dos padres: vale a pena ver o pequeno vídeo: "Nós padres pensamos. Nós falamos que o nosso ministério é um serviço.E, depois, chegamos a uma paróquia,......… aqui quem manda sou eu. Sou eu o superior. Porque é assim que fazemos a maioria dos padres nas paróquias. Eu corro-as todas. Eu ando cada semana numa paróquia.."
São palavras de um padre que conhece a realidade das paróquias, dos seus problemas e anseios.
Basta da linguagem do não. Parece que nesta terra de Telhado só há uma palavra: Não!
Agora não pode ser; logo não estou; não autorizo; não faço; não aceito; não serve; não recebo; não é responsável, não vou, não, não, não....
Celebrados 37 anos de Liberdade, eu digo que este povo não tem liberdade dedizer o que lhe vai na alma. Este povo de Telhado está amordaçado tal como o país. Aqueles que erguem a sua voz são colocados de lado, são expulsos. É o que vemos na política e é o que assistimos também nesta paróquia. Calar-se, cruzar os braços, ter medo é pactuar com os que querem manter tudo tudo na mesma.
Afinal quem é que expulsa e despreza as pessoas?
Lembro ao Pároco de Telhado a atitude de total desprezo para com o Frei José Maria no funeral da D. Mavilde Fernandes dos Santos (04-03-2011). Durante toda a cerimónia, o frei José Maria foi Ignorado. Não lhe foi permitido fazer nada. Digo permitido, porque no momento da oração Eucarística, o Pe Joaquim Faria Pereira ia deixar que o Pe José Maria rezasse a parte final mas o Sr. Pe Carneiro, intencionalmente, ordenou que o Sr. Pe Faria Pereira prosseguisse. Não fui o único a ver. Foram diversos paroquianos que ficaram indignados com esta atitude. Porque não leu a leitura ou o Evangelho? Porque não foi distribuir a comunhão?
Não é por este motivo que alguns dos padres de Telhado se afastaram da paróquia de Telhado?
Telhado ainda tem a tradição da visita pascal, isto é, o anúncio de Cristo ressuscitado de casa em casa. Um grupo de leigos, que vulgarmente é conhecido por compasso pascal, leva o anúncio da Ressurreição.
Uma vez mais, este ano, percorreram a freguesia 3 compassos, desde o início do dia, até ao pôr do sol. Sempre se manteve a tradição do compasso todo o dia. Já na freguesia vizinha, S. Cosme do Vale, depois de alguns anos a realizar o compasso só de manhã, nestes últimos, voltou a decorrer a visita pascal ao longo de todo o dia de Páscoa.
É o estoirar dos foguetes que vai sinalizando a localização do compasso. Eles indicam se está atrasado ou adiantado. Tudo depende do tempo de demora em cada casa. os foguetes indicam o início e o fim, bem como o intervalo para almoço.
A tradiçaõ, apesar de se manter, não demonstra a alegria e frenesim que havia outrora. É fruto dos tempos, do desinteresse, da falta de motivação espiritual e interesse catequético e pastoral.
VISITA PASCAL EM S. COSME DO VALE
Ora se em Telhado, foram 3 compassos, em S. Cosme do Vale, percorreram a freguesia 7 compassos. Um desses compassos era constituído por elementos do Grupo Coral. Curioso é que em todas as casas, depois do anúncio pascal, e enquanto, o dono da casa dá a cruz a beijar, o Coral cantava um cântico pascal. Fica aqui um dos cânticos pascais neste vídeo e parabéns pela iniciativa. Acredito que ao final do dia as cordas vocais merecem descanso. basta o homem querer pois é possível louvar e dar hinos de Glória a Deus em qualquer lugar, poiis Ele disse " Onde se reúnem dois ou três em meu nome, eu estarei no meio deles".