Este é um espaço para partilha e discussão de ideias.
Local de "encontro" para opinar sobre o que acontece, o que se projecta para o futuro nesta freguesia de TELHADO.
Sem medo, aberta e de forma verdadeira vamos expôr o nosso pensamento.
SERÁ UM MEIO DE DIVULGAÇÃO DE TUDO O QUE DIGA RESPEITO, DIRECTA E INDIRECTAMENTE A TELHADO.
Se desejar algum esclarecimento envie email para: ntsilva_50@hotmail.com
No próximo domingo, dia 18, realiza-se a Peregrinação Arciprestal ao seu Santuário, na paróquia de Lemenhe, sendo esta a única Peregrinação de cariz Arciprestal que se realiza no Arciprestado de V. N. de Famalicão.
A Peregrinação terá início às 10h00 da manhã na Igreja Paroquial de Lemenhe, de onde segue para o Santuário de Nossa Senhora do Carmo, onde será celebrada a Eucaristia às 11h00.
O Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, presidirá à celebração. Estará, também, presente na celebração o Arcipreste de V. N. de Famalicão, Pe. Mário Martins, que reitera o convite feito por D. Jorge Ortiga, afirmando que “aqueles que peregrinam com Maria e até Maria, seguem com Ela e iluminados por Ela, no caminho que conduz a Jesus Cristo, no fundo, no único caminho que nos conduz a uma esperança e a uma alegria sem ocaso, que nada poderá apagar”!
A juventude socialista de Telhado distribuiu, no final das missas, no adro da igreja, os típicos cravos vermelhos para assinalar o 25 de abril. Pois, acabados de sair da missa os fiéis foram surpreendidos com esta iniciativa. Muitos, num primeiro momento, não associaram tal acto com o dia 25 de Abril.
Distribuiram também um propecto contendo uma resenha histórica.
Fala-se muito em liberdade, em democracia, progresso... Mas, os tempos que vivemos não revelam que o 25 de Abril tenha sido mais positivo. Muitos quiseram derrubar um ditadura assumida. Não será que vivemos numa ditadura dissimulada? Muitos não falam com medo de represálias, com receio de perder ou não obter um favor e uma subida de posto. A corrupção é mais que evidente, mas, infelizmente, os políticos não querem mudar as leis porque não lhes convém. São "meia dúzia" aqueles que lutam contra a corrupção e defendem criar leis no combate à corrupção. E aqueles que denunciam comportamentos de corrupção são afastados dos seus cargos ou eles próprios se afastam.
Será que os "construtores" do 25 de Abril estão satisfeitos com o rumo do nosso país? Como teremos liberdade se não sentimos segurança? Como teremos igualdade se cada vez é maior o fosso entre ricos e pobres. Os ricos cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Foi isto que ganhamos com o 25 de Abril?
Numa altura em que se fala tanto do ambiente, às vezes, até parece que vivemos de costas voltadas para os recursos natural que nos rodeiam. Pelo menos dá a sensação que não valorizamos. Estou a falar do rio Pelhe. Arrepia ver que ainda não temos sensibilidade para tratar com atenção este recurso. Em primeiro lugar pela falta limpeza das margens; tudo vai parar ao rio (esgotos, detritos orgânicos, lenhas da poda, plásticos...); depois poder-se-ia aproveitar este recurso hídrico tirando maior partido da sua riqueza. É necessário tomar consciência que os recursos naturais cada vez são mais escassos e é um dever imperioso cuidar deles, pelo menos não contibuir mais para a sua degradação. Uma vez que uma foto vale mais do que mil palavras, aqui ficam algumas para ajudar a reflectir e repensar para o contributo que podemos dar para um ambiente mais saudável.
Está na hora de repensar estes comportamentos. É preciso cuidar do rio Pelhe e descobrir as potencialidades que estão aqui por explorar.
Nos últimos tempos tenho verificado que sou uma voz incómoda e até um verdadeiro impecilho para algumas pessoas. Mas não posso pactuar com determinadas acções e atitudes e fazer de conta que nada se passa. Para alguns, nomeadamente, o pároco, sou um verdadeiro estorvo. Por ele, eu já não estaria à frente do Coral. Basta estar atento para o que tem sucedido desde o dia de Todos os Santos. Mas não serão as suas atitudes que me afastarão daquilo que gosto de fazer. Muitas outras coisas têm ficado por concretizar por impedimentos do nosso pároco, mas não as vou trazer hoje para aqui. Prefiro falar de coisas bem mais graves e sérias que me preocupam e que deveriam importunar as consciências de todos os Telhadenses.
Adro da Igreja Muito se tem falado a respeito do adro e sua remodelação. Hoje em dia está em moda falar-se em centro cívico. O que não considero totalmente correcto, mas não me preocupa: é uma questão de nome. Coisa diferente é a de quem exerce o domínio sobre o adro, isto é, quem exerce ou exercerá o direito de propriedade sobre aquele. Não me deterei sobre este pormenor, que é muito importante, e julgo ser o principal factor de guerras em muitas paróquias, nomeadamente, Telhado. Relativamente ao adro da igreja dizem que havia um projecto para este espaço. Eu nunca o vi. Mas também não tenho que o ver, pois não faço parte da Fábrica da Igreja.
Entendo que quando estamos perante um projecto de um espaço emblemático da freguesia, tal como é o adro, deveria ir a discussão pública para que todos tomassem conhecimento e até se pronunciassem sobre o mesmo. Não significa que tais opiniões tivessem que ser acatadas ou tidas em conta mas, se fossem válidas e pertinentes deveriam ser tidas em consideração. Quanto a esse projecto, sei daquilo que se vai dizendo por aí. E nem tudo o que se consta é verdade. Porque, nenhuma das entidades envolvidas, que eu tenha conhecimento, colocou à disposição do público o projecto. Mas uma coisa é certa, o adro tal como está, é uma vergonha. Mais, é inaceitável que não haja seriedade e responsabilidade para resolver este problema. As entidades estão de costas voltadas. Mas afinal quem é o culpado ou culpados?: Câmara Municipal?Junta de Freguesia?Pároco?Fábrica da Igreja? Esta atitude está a prejudicar a evolução da freguesia. E o marasmo de que tenho vindo a falar permanece e arrasta-se. Cada entidade olha para o seu umbigo e os seus interesses sem colocar em cima da mesa o bem comum. Cada um está preocupado em quem manda ou vai mandar no Adro; E o futuro da paróquia, não conta? E as pessoas? Porque continua o adro sem solução à vista? O que é mais importante: os interesses da freguesia ou os interesses pessoais? O que deve prevalecer? Telhado é quase uma das únicas freguesias que continua com este problema por resolver. Parece que as entidades envolvidas não querem ultrapassar os obstáculos.
Destruir coreto do adro? Discute-se por aí que no dito projecto o Coreto iria ser retirado. Uns, dizem que o coreto que não deve ser destruído; para outros, não faz falta nenhuma; e há aqueles que defendem o coreto como uma verdadeira relíquia. O que eu penso: O coreto era um espaço onde as bandas de música actuavam. Hoje em dia, o coreto é insuficiente para uma banda actuar. Olhando o coreto não vejo valor artístico, patrimonial ou histórico. Podemos falar em valor sentimental. Em respeito por quem o construiu e pagou. Mas para mim não é relíquia nenhuma. Temos na paróquia verdadeiras relíquias, mas essas estão votadas ao abandono ou esquecidas. E posso colocar aqui algumas: O órgão de Tubos que, apesar de ter sido reparado, continua sem poder ser usado porque não foi concluída a reparação, continua desafinado; O harmónio (com características raras, nomeadamente, transposição através do teclado, e poucos existem em Portugal como aquele) está por aí…; E o que se tem feito pela Via- Sacra que vai da Igreja ao Calvário? Relógio da torre......E porque nunca se iluminou a igreja exteriormente quando até já foi oferecido o dinheiro para tal ou pelo menos existe e está à espera de autorização? Já nem preciso falar na talha dourada da igreja do Altar-Mor ou até mesmo a residência paroquial.
O Património Humano desta terra tem sido desprezado, menosprezado, amesquinhado e vexado. A unidade desta terra tem sido destruída; a solidariedade que existia pouca subsiste; o diálogo foi pelas águas do rio que começam a ficar poluídas. Parece que há pessoas que estão interessadas em que tudo acabe ou pelo menos afastar quem procura fazer algo de útil por Telhado. É isto que me preocupa. Mas, à minha volta vejo e continuo a assistir muitos dos leitores a dizer mal, a criticar, mas ninguém toma uma atitude. Não podemos ocultar ou esconder. Não podemos temer a verdade.
Se a remodelação do adro implicar a destruição do coreto para termos uma Adro capaz de responder às necessidades futuras e evitar o que aconteceu com a construção do salão, então destrua-se. Respeito outras opiniões, mas entendo que não podemos ser levados por sentimentalismos quando está em causa uma obra que vai dignificar toda a envolvência da igreja. E, sinceramente, isto não pode continuar assim por muito mais tempo. Decidam-se e sejam responsáveis!
É de lamentar que a vontade de algumas pessoas prejudique a freguesia. E mais curioso é que este povo de Telhado está impávido e sereno. Já nada o incomoda. As autoridades superiores, essas preferem calar, encobrir para não haver escândalos. Eles sabem mas fazem de conta. Batem umas palmadinhas nas costas e tudo continua na mesma. É mais fácil sorrir, ser simpático, bonzinho e parecer que se faz muita coisa. Dirão que não tinham conhecimento que não havia alternativa. Mas será tarde.
Haja bom senso nesta terra. Muitas freguesias por esse Portugal gostariam de ter a generosidade que esta gente de Telhado tem, as condições, as vontades, enfim... E Telhado cheio de sinergias e recursos humanos e até financeiros mas, por causa de algumas pessoas continuamos a ficar para trás.
Acordem. Façamos alguma coisa por Telhado. Por este caminho o futuro está negro. Será bem pior que o do país. Reafirmo o título deste artigo: O Adro da Igreja não tem solução porque as pessoas envolvidas não querem e muito menos estão interessadas no bem da comunidade e no seu progresso. Chega de desleixo pelo património humano, cultural, imobiliário e artístico que há nesta freguesia.
Aqui fica um breve resumo e alguns vídeos de 3 dias de congresso internacional sobre o presbítero. Julgo ter sido muito importante a sua realização para despertar os próprios presbíteros adormecidos e acomodados às suas "almofadas", bem como, um meio de fazer sentir as comunidades na necessidade da mudança. Mas, infelizmente, poucos serão os sacerdotes a mudar as suas atitudes, a envolver e responsabilizar os cristãos num crescimento mais sério e sedimentado nas comunidades que pastoreiam. Na diocese de Braga, ainda se cultiva, em demasia, a religiosidade popular. Muitas tradições, mais pagãs que verdadeiros actos de fé. Pois, é mais fácil, "entreter" os fiéis com tradições, procissões, festas, do que prepará-los com consistência e aprofudamento. Demora mais, mas a firmeza na fé, o empenho, dedicação e envolvimento da comunidade onde está inserido dará os seus frutos.
Gostava de estar enganado. Mas nestes últimos 20 anos, a própria hierarquia da Igreja diocesana tem andado adormecida, a fazer de conta. Pois, as igrejas ainda têm fiéis, cada vez menos, mas vão tendo. Julgo que a diocese de Braga vive pela quantidade, alheando-se da qualidade, aliás foi uma crítica que Gisbert Greshake fez à acção pastoral que está voltada para o resultado, para o número, a quantidade e a eficiência.
Aos fiéis tem sido incutido essa quantidade. O ir muitas vezes. Porque motivo muitos fiéis ainda rezam o terço durante a missa?
Após 45 anos de Concílio Vaticano II, ainda muito há a fazer. Ainda se vive apegado demasiado ao passado e mesmo sem visões de futuro. Falta ainda a renovação da Igreja, concretizar e abrir mão do papel dos leigos no mundo e na igreja.
D. Jean_LouisBrugués sublinhou o rigor na formação dos seminários e acrescentou: "não podemos esperar um florescimento das vocações enquanto o rosto do padre não for redefinido". O futuro próximo nos dirá e demonstrará a realidade.
Um sacerdote é “um homem para os outros homens”, D. Jorge Ortiga.
Ocorreu em Braga, de 12 a 15 de Janeiro de 2010, o Congresso Internacional sobre o presbítero “à escuta da Palavra”. Realizou-se no âmbito das comemorações dos 450 anos da fundação do Colégio de S. Paulo, actual edifício Seminário Conciliar. O primeiro Congresso, também realizado em Braga, aconteceu em 25 de Outubro de 1905.
Participaram neste congresso mais de 300 sacerdotes e cerca de 30 leigos durante três dias para reflectir sobre o presbitério e as mudanças eclesiais e sociais a que são chamados. Foram diversos os congressistas (D. Jorge ortiga, D. Carlos Azevedo, D. Manuel Clemente, D. António Couto, Gisbert Greshake, João Duque, Mons Jean_Louis Brugés, Santiago del Cura Elena, Marcelo rebelo de Sousa, Fátima Campos Ferreira, Isabel Jonet entre outros, a apresentarem os seus pensamentos, as ideias, reflexões e interpelações para uma igreja do futuro e em permanente mudança.
D. Jorge Ortiga espera que os sacerdotes sejam, acima de tudo “homens de Deus”. O Arcebispo de Braga afirmou durante o Congresso Internacional «À Escuta da Palavra» que um sacerdote tem necessariamente de fazer primeiro “experiencia de Deus 24 horas por dia”. Um sacerdote é “um homem para os outros homens”, acrescentou, mas “só fazendo essa experiência de Deus é que ele pode trazer algo de novo para uma humanidade que caminha sem rumo certo”. Afirmou o Arcebispo de Braga que a indiferença religiosa existe porque “nós não conseguimos fazer a diferença”. Por isso, D. Jorge Ortiga espera sacerdotes alegres, “ao serviço da comunidade, sem se cansarem, acreditando que a sua vida é entregue para que outros possam experimentar a mesma profundidade”.
O papel do Padre segundo três leigos
Marcelo Rebelo de Sousa frisou que a geografia marca a forma como se vê um sacerdote, partilhando uma visão de Lisboa e outra de Celorico de Basto, “duas realidades distintas que formam dois «Portugais»”. A Norte o “grande peso da fé tradicional”, “um respeito generalizado nas cerimonias cívicas, com maior peso na gente mais velha do que na mais nova” mostram uma visão do padre “ainda parecida com a visão da sociedade rural de há 10 anos. O sacerdote é levado a desempenhar diversas tarefas. Tem de se desmultiplicar, apesar de uma crescente papel dos leigos”. Marcelo Rebelo de Sousa afirmou ainda que os sacerdotes “não devem ser directores de IPSS. Não devem ter tarefas comunitárias correntes. Não devem ser os sacerdotes a ter a exposição no debate cultural, mas sim os leigos”. E diz ainda: A humildade num sacerdote é essencial, “têm de resistir à moda, ao mundanismo”. Finalizando, o professor universitário afirmou que a Igreja tem de deixar claro que está ao serviço dos mais pobres. “Se esta mensagem passar, a sociedade passa a ver com outros olhos o padre e a Igreja”.
Isabel Jonet, Presidente da Federação dos Bancos Alimentares, afirmou que um padre “tem de dar testemunho em todas as realidades, não apenas na espiritual”. Considera que os sacerdotes devem ter tempo para “saber escutar, aconselhando com serenidade. Se ficam absorvidos pelas tarefas burocráticas deixam de ter tempo para ver e ouvir atentamente as reais necessidades das suas realidades paroquiais. Isabel Jonet pediu aos padres para terem tempo. “Dêem tempo a si e às suas comunidades, para ver e ouvir”.
A jornalista Fátima Campos Ferreira deu conta da perda de orientação que a sociedade em geral sente. “Nos dias que vivemos ninguém tem a certeza de nada. Fátima Campos Ferreira considera que o mundo enfrenta o desafio da missionação. “Precisamos de uma nova missionação. Isto implica que o sacerdócio seja o ponto central da sociedade”. Esta exigência requer uma melhor preparação do sacerdote
Nos avisos paroquiais do último domingo, o Pároco de telhado, falou na existência de uma reunião para os conselhos económicos que iria realizar-se. Mas, a maior parte dos presentes não ficou a perceber o que era, a quem se destinava nem o local. Talvez quisesse dizer Comissão Fabriqueira. Mas ficou a dúvida. Pois, a maior parte dos paroquianos não tem conhecimento dos seus elementos.
Mas segundo a Agência Eclesia ( ver em http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=77329) noticia: Foi no passado domingo, dia 17, em Landim, que os elementos dos Conselhos Económicos de todas as paróquias do Arciprestado de V. N. Famalicão tiveram oportunidade de viver um encontro de formação. Este realizou-se às 17h30, no Salão Paroquial, imediatamente antes da inauguração da Exposição Arciprestal de Peças de Culto Eucarístico na Igreja paroquial desta mesma paróquia. Este encontro de formação, que contou com uma boa participação por parte dos Conselhos Económicos da maioria das paróquias do Arciprestado, iniciou com as palavras de acolhimento e boas-vindas aos presentes, por parte do Arcipreste, o P.e Mário Martins, seguindo-se depois um momento de oração, onde a proclamação da Palavra de Deus, ou não estivéssemos nós em pleno triénio da Palavra, teve lugar de destaque. Depois de acolhida a Palavra, o encontro prosseguiu com a formação propriamente dita. Esta formação, cujo grande objectivo passava por preparar os elementos dos Conselhos Económicos para melhor servirem as suas comunidades, foi constituída por dois momentos distintos. Assim, numa primeira parte tomou a palavra o Dr. Mário Paulo, economista da Arquidiocese, que abordou questões de índole económica e fiscal, tais como o Novo Código Contributivo do Sistema Providencial de Segurança Social e a Percepção de Receitas Fiscais, esclarecendo algumas particularidades referentes à nova legislação que rege estas questões. Numa segunda parte, foi dada a palavra ao Cónego José Paulo Abreu, representante da Comissão Arquidiocesana para os Bens Patrimoniais, que abordou a temática do património das paróquias, procurando relacionar a arte, a fé e os símbolos. Depois de reforçar a necessidade de todas as comunidades paroquiais registarem o seu património, salientou de forma entusiasmada que “toda a arte da Igreja, como as construções, esculturas, paramentos, peças, … é altamente simbólica”. Deste modo, e tal como referiu, o património das paróquias não tem apenas um valor material, mas devemos avaliá-lo também “como meio de Evangelização”, na medida em que toda a arte comunica a mensagem de Jesus Cristo.
Deste modo, foi com esta abordagem, que deixava já antever a inauguração da Exposição Arciprestal de Peças de Culto Eucarístico, que se realizou de seguida, que terminou este encontro de formação para os Conselhos Económicos, que, através da reflexão destas duas temáticas fundamentais no tocante à sua esfera de actuação, viveram uma excelente oportunidade para esclarecer dúvidas e clarificar questões, num espírito de rica e saudável comunhão, com a Arquidiocese, mas também com as restantes comunidades do Arciprestado.
A AMI é uma fundação criada em 5 de Dezembro de 1984, pelo médico cirurgião urologista Fernando Nobre, destinada a intervir rapidamente em situações de crise e emergência e a combater o subdesenvolvimento, a fome, a pobreza, a exclusão social e as sequelas de guerra em qualquer parte do Mundo. A AMI criou doze equipamentos Sociais em Portugal e já actuou em dezenas de países de todo o Mundo, para onde enviou toneladas de ajuda (medicamentos e equipamento médico, alimentos, roupas, viaturas, geradores, etc.) e centenas de voluntários.
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