sexta-feira, 22 de abril de 2011

MONTE CALVÁRIO..... ESQUECIDO?!!


Hoje, sexta feira Santa, estão os olhos voltados para o "calvário". Lá no alto três cruzes. No centro está Cristo, e dois salteadores, um à esquerda e outro à Sua direita. Lembremos a passagem relatada por S. Mateus:


"Foram crucificados com Ele dois salteadores, um à direita e outro à esquerda.
Os que passavam insultavam-n’O e abanavam a cabeça, dizendo: «Tu, que destruías o templo e o reedificavas em três dias,salva-Te a Ti mesmo; Se és Filho de Deus, desce da cruz».
Os príncipes dos sacerdotes,juntamente com os escribas e os anciãos,também troçavam d’Ele, dizendo:
«Salvou os outros e não pode salvar-Se a Si mesmo!Se é o Rei de Israel, desça agora da cruz e acreditaremos n’Ele. Confiou em Deus: Ele que O livre agora, se O ama,
porque disse: ‘Eu sou Filho de Deus’».
Até os salteadores crucificados com Ele o insultavam.

Desde o meio-dia até às três horas da tarde,as trevas envolveram toda a terra.
E, pelas três horas da tarde, Jesus clamou com voz forte:
«Eli, Eli, lema sabachtani!»,que quer dizer:
«Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonastes?»
Alguns dos presentes, ouvindo isto, disseram:
«Está a chamar por Elias».
Um deles correu a tomar uma esponja, embebeu-a em vinagre, pô-la na ponta duma cana e deu-Lhe a beber. Mas os outros disseram:
«Deixa lá. Vejamos se Elias vem salvá-l’O».
E Jesus, clamando outra vez com voz forte, expirou.

Então, o véu do templo rasgou-se em duas partes, de alto a baixo; a terra tremeu e as rochas fenderam-se. Abriram-se os túmulos e muitos dos corpos de santos que tinham morrido ressuscitaram; e, saindo do sepulcro, depois da ressurreição de Jesus,
entraram na cidade santa e apareceram a muitos.
Entretanto, o centurião e os que com ele guardavam Jesus,ao verem o tremor de terra e o que estava a acontecer,ficaram aterrados e disseram:
«Este era verdadeiramente Filho de Deus».

Estavam ali, a observar de longe, muitas mulheres que tinham seguido Jesus desde a Galileia, para O servirem.
Entre elas encontrava-se Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu." (Mateus, 26)

O Calvário é símbolo de sofrimento mas também de libertação. Por isso, recordo aqui também o nosso monte calvário, (ver fotos) que tem estado ao abandono. Sem qualquer referência nem arrranjo para que os cristãos possam olhar para o Calvário e recordar este mistério que hoje celebramos: A morte de Cristo. Porque se despreza assim um local de "culto", de memória, de encontro? Digo de encontro, porque foi junto à cruz que ficaram os verdadeiros amigos de Jesus. Todos os outros fugiram de medo e assombração.

Está na hora de fazer algo por este local. É preciso dar-lhe a dignidade que ele merece. Que as fotos ajudem a reflectir sobre este património. Não deixemos que estes símbolos fiquem esquecidos e abandonados.





segunda-feira, 18 de abril de 2011

SEMANA SANTA: em Portugal e Espanha

Com o Domingo de Ramos inicia a Semana Santa, a semana "maior" onde se comemora, paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de oliveira e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento (símbolo da humildade). Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “viva Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de David”, “Salvé ó Messias”... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. É nesta entrada triunfal que começa uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz. Liturgicamente os paramentos usados são de cor vermelha. No entanto, ao contrário daquilo que alguns dizem, a cor roxa mantém-se até à celebração da vigília pascal. Os católicos são convidados a viver com mais intensidade cada momento desta semana, sobretudo, quinta e sexta feira santas. A semana santa é vivida e celebrada por todo o mundo de forma intensa. Em Portugal, Braga, é a cidade com maior peso e tradição nas celebrações e procissões de santa semana. Continua a ser um verdadeiro cartaz turístico. Nas Filipinas há a autoflagelação e as crucificações são um acontecimento anual que atrai milhares de turistas. Centenas de pessoas se auto-flagelam e outras dezenas percorrem o caminho do "calvário" com a cruz para depois serem pregadas nela. Aqui na nossa vizinha Espanha, a Semana Santa é uma das festividades que os nuestros hermnanos vivem com empenho, dedicação e entusiasmo. Mesmo as cidades mais pequenas tem as celebrações da semnana Santa. As mais ricas e com mior tradição são: Sevilha (aqui chegam a sair nas procissões um total supeior a 70 andores que muitas vezes são levados em ombros por 30 a 120 pessoas), Murcia, Cadiz, Málaga, Elche, Toledo, Léon, Valladolid, Zamora, Salamanca, Zaragoza. Em algumas destas cidades, pode assistir-se a mais de 7 procissões por dia. Sendo que algumas delas prolongam-se pela madrugada. O rufar dos tambores e o toque das cornetas, o marchar e bater da vara dos confrades são sons característicoas destas procissões. Aqui ficam algumas fotos da semana santa em Espanha.




segunda-feira, 7 de março de 2011

A LUTA É ALEGRIA!?

Neste últimos dias fomos invadidos pela canção vencedora do 47º Festival RTP da Canção. De facto, esta vitória só poderá ser resultado do cansaço da desilusão do povo para com os responsáveis do nosso país.
Muitos incómodos que esta canção já provocou. Mas a criatividade continua. Parece que não tem limites:
Assistimos a mudanças no mundo, sobretudo, a queda de algumas ditaduras. No entanto, há aqueles que dizem que estão para defender o povo e lhes dar progresso. Mas o que se verifica é que esses vivem na luxúria, onde nada lhes, mas o seu povo vive quase na miséria e sem direitos. São muitos os ditadores do nosso tempo. E será que aquilo a que chamamos democracia não se encontram também ditadores instalados?
tal como diz a canção:


Não falta quem te avise «toma cuidado»
Não falta quem te queira mandar calar
Não falta quem te deixe ressabiado
Não falta quem te venda o próprio ar.

Na nossa sociedade há vozes que se tentam calar. Não foi isso que aconteceu com algumas televisões? E nos jornais escreve-se com liberdade?

Há vozes que incomodam. Por isso e com razão os homens da luta afirmam: "Não falta quem te queira mandar calar". As verdades devem dizer-se. Não se deve camuflar tal como acontece na política entre governo e PSD. Até parece que há acordo com o prosseguimento do TGV. Como vai esta política tão baixa. E o povo continua a pagar. E os ditadores continuam a querer calar porque lhes dá jeito. Têm medo de perder o lugar e as todas as mordomias e previlégios conseguidos com a batota, com a ilusão, a falsidade.

Já assim o afirmava um ilustre pregador no sermão de Santo Amaro:

"Estamos cansados da mentira.

Queremos homens de verdade. E os cristãos devem ser homens e mulheres de verdade. E não de aldrabices.

Porque é com aldrabices que as coisas caminham de pior para pior. E se não fossem tantas aldrabices e tantas mentiras e tantos ilusionismos e tanta desvergonha, ñós certamente não estaríamos, certamente, lá no fundo do abismo".

"Quando certos figurões da nossa praça que são tantos.. entram em hoteis de 5 estrelas ou restaurantes de luxo para comer o leitão à Bairrada ou marisco do mais caro, não porque trabalharam, porque eles nunca trabalharam; andaram a mentir a vida inteira; assim arrecadaram fortunas sujas. mas daquilo que roubaram ao país e ao povo. Esses não merecem nem o respeito, nem a consideração.

Deviam estar todos na cadeia.... Porque são vigaristas, porque são corruptos, porque são ladrões; porque esta sociedade portuguesa está cheia deles e não lhes acontece nada infelizmente." Esta vídeo está em:

http://

É esta a realidade da nossa sociedade? Mas o povo cala. O povo deixa andar. Reclama, reclama mas, na hora da verdade cala-se e cruza os braços, dá meia volta e segue a sua vida.

É bom reflectirmos nas palavras de Arthur Schopenhauer: "A vida inteira é uma luta em que cada passo é contestado. Logo, é uma alma cobarde aquela que, assim que as nuvens negras se condensam ou apenas se mostram no horizonte, abate-se, perde o ânimo e põe-se a lamentar".

sábado, 5 de março de 2011

Partiu aos 92 anos


Mavilde Fernandes dos Santos faleceu, no dia 03 de Março, aos 92 anos.
Sempre ligada e dedicada ao serviço da igreja e paróquia. No tempo em que não havia enfermeiros para dar injecções, a D. Mavilde e sua irmã Aurora, eram duas pessoas que se deslocavam a casa das pessoas para lhes aplicar as ditas injecções.

Vida dedicada também ao grupo Coral. Só deixou de participar quando as forças e a saúde a impedia. Apesar de alguns esquecerem o grupo coral não esquece aqueles que, abenegadamente e sem interesse, cantam ajudando a rezar.
Nos últimos anos, no dia de seu aniversário, 25 de Dezembro, o grupo coral fazia-lhe uma visita surpresa para lhe cantar os parabéns. Pois, foram muitos anos no grupo. Uma mulher exigente consigo e com os outros. Por isso, o grupo Coral Lhe dedicou as palavras no dia de seu funeral:

Hoje é o último adeus físico.
Connosco ficam as memórias,
Os ensinamentos e a sabedoria de uma
amiga de cabelos brancos.
Consigo aprendemos a nunca desistir,
A estar sempre presente, a não faltar
e ser sempre a primeira a chegar.

A sua voz não se distinguia nem sobressaía das outras.
Era melodiosa, angelical e sempre afinada.

Só deixaste de cantar connosco
quando a saúde começou a falhar.
Por isso, sabemos o quanto gostava de cantar e de estar connosco!
É uma partida física.
Ficará na nossa memória e no nosso coração.

Eterna saudade do GRUPO CORAL DE TELHADO.

sábado, 29 de janeiro de 2011

DIA MUNDIAL DOS LEPROSOS

No último Domingo de Janeiro de cada ano, é celebrado o Dia Mundial dos Leprosos. Este ano acontece no dia 30. Este dia foi instituído pela ONU, em 1954, a pedido de Raoul Follereau, o Apóstolo dos Leprosos do século XX. Raoul Follereau (1903/1977) dedicou 50 anos da sua vida à causa dos Leprosos “os mais pobres dos pobres”, como ele os definia, orientando a sua acção sob a mensagem “combater a Lepra e todas as causas de exclusão social”.
A lepra (hanseníase, morfeia, mal de Hansen, mal de Lázaro), é uma doença infecciosa causada pelo bacilo Mycobacterium leprae que afecta os nervos e a pele e que provoca danos severos. O nome hanseníase é devido ao descobridor do microrganismo causador da doença Gerhard Hansen. É chamada de "a doença mais antiga do mundo", afectando a humanidade há pelo menos 4000 anos e sendo os primeiros registos escritos conhecidos encontrados no Egito, datando de 1350 a.C.
Se a lepra for diagnosticada e tratada atempadamente, evita-se a formação de úlceras, a afectação do sistema nervoso periférico, a produção de lesões nos pés, nas mãos e pode evitar a cegueira.
Actualmente há tratamento e cura para a doença. Até 1941 não existia qualquer remédio para a lepra.
Números: mais de 10 milhões é o número de pessoas afectadas pela lepra, curadas ou não. Todos os anos surgem 400/500 mil novos casos. Tratamento: Cinco milhões encontram-se em tratamento. Em Portugal: há cerca de mil pessoas que tiveram ou têm lepra.
A Lepra na Bíblia:
A Bíblia é uma riquíssima fonte sobre a lepra, como também sobre os leprosos e as formas usadas para impossibilitar que o acometido pelo “pecado” fosse transmissor da moléstia. Lemos no Levítico; 13, 45- 4, que: “Quem for declarado leproso, deverá andar com as roupas rasgadas e despenteado, com a barba coberta e gritando: “Impuro! Impuro!” Viverá separado e morará fora do acampamento”.
No livro dos Números; 5, 1-3 está escrito:
Javé falou a Moisés: “Ordene aos filhos de Israel que expulsem do acampamento os leprosos, os que têm gonorréia e os que se contaminaram com cadáveres. Homens ou mulheres serão todos expulsos do acampamento, no meio do qual eu moro”.
O leproso além da desintegração física, a exclusão social eraconsiderada uma maldição divina, castigo pelo pecado. Era uma impureza.
No Novo Testamento, podemos ver que Jesus cura vários leprosos. ( Lucas 17, 11-19 e Marcos 1, 40-45). Abeiravam-se de Jeus e suplicavam: “Jesus, Mestre tem compaixão de nós”.
Na Idade Média, os leprosos eram isolados em leprosarias ou gafarias e obrigados a carregar sinos para anunciar a sua presença.
Em Portugal, não era obrigatório viver nas gafarias mas tinham que viver isolados, em locais por eles escolhidos e podiam pedir esmola desde que avisassem, para o que tocavam uma espécie de castanholas, para todos saberem que eles se aproximavam. Houve épocas em que tinham que andar vestidos todos de negro, com duas mãos brancas cosidas no peito e um grande chapéu preto também com uma fita branca. Contudo não podiam comer ou dormir na companhia de pessoas saudáveis e não podiam ser eclesiásticos.




Ao Falar-se de Leprosos temos que referir o Padre Damião, nascido na Bélgica em1840. Aos 33 anos de idade, foi como missionário para a Ilha de Molokai (Havai), onde o governo confinava os doentes com lepra.
Após 16 anos a atender heroicamente os leprosos, cuidar das suas almas, lavar as chagas, distribuir remédios e encorajar os doentes a não perderem o senso da dignidade humana. Morreu também leproso no dia 15 de Abril de 1889, aos 49 anos. Mil doentes de lepra o enterraram aos pés de uma árvore. Seguindo o exemplo de Jesus, “amou-os até ao fim”, dando a vida por eles.
Após a sua morte foi considerado como um modelo e um herói da caridade. Ele se identificou de tal modo com os leprosos a ponto de usar a expressão "nós, os leprosos" mesmo antes de contrair a doença. Por isso continua a inspirar milhares de crentes e não crentes, que querem imitá-lo e tentam descobrir a fonte de seu heroísmo.

O Padre Damião foi Beatificado pelo Papa João Paulo II, em 05 de Junho de 1995 e declarado Santo pelo Papa Bento XVI no dia 11 de Outubro de 2009, na praça de São Pedro, no Vaticano.


A LEPRA NA EUROPA E EM PORTUGAL

A primeira gafaria de que há notícia na Europa, refere-se ao ano de 460 e situava-se em Saint Oyan.
No concílio de Orleans, em 549, foi imposta aos bispos a obrigação de se ocuparem da assistência aos leprosos nas suas dioceses. No que se refere à península ibérica, a primeira notícia remonta ao século VI e à cura milagrosa de um leproso na Galiza.
Diz-se habitualmente que a primeira gafaria da península ibérica foi criada em Valência em 1037, por El Cid, mas no que respeita ao território que haveria de ser Portugal, as primeiras referências são de 950 e 968, em que «se pede a doença como castigo de quem não cumprisse o estipulado». E, sabe-se que em 1107 foi feita uma doação ao convento de Paço de Soure para que se tratassem os leprosos. Em Portugal, nesse tempo, a lepra não atingia tanta gente como noutros países, embora houvesse bastantes leprosos. Sabe-se que só em França, no século XIII, havia duas mil gafarias e na Europa havia mais de dezanove mil.
As gafarias situavam-se fora das povoações, geralmente em lugares elevados, e os leprosos viviam aí, fora do convívio comum. Portugal foi sempre terra de brandos costumes. Enquanto na Europa eles eram proibidos de coisas elementares, como casar ou fazer testamento, por exemplo, aqui as limitações eram mínimas e nem sequer era obrigatório o internamento em gafaria; este era voluntário ou decidido pela família.
Claro que os que recusavam viver nas gafarias tinham que viver igualmente isolados, mas em locais por eles escolhidos e podiam pedir esmola desde que avisassem, para o que tocavam uma espécie de castanholas, para todos saberem que eles se aproximavam. Houve épocas em que tinham que andar vestidos todos de negro, com duas mãos brancas cosidas no peito e um grande chapéu preto também com uma fita branca. Contudo não podiam comer ou dormir na companhia de pessoas saudáveis e não podiam ser eclesiásticos

Havia gafarias situadas junto de fontes de águas termais porque se pensava que essas águas eram boas para o tratamento. As mais procuradas eram as de Aljustrel e as de S. Pedro do Sul.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

CONCERTO DE REIS - IGREJA DA LAPA

Gostaria de partilhar uma das diversas interpretações (11) do concerto de Reis que ocorreu na Igreja da Lapa, no Porto, patrocinado pela confraria das Tripas do Porto, estando presentes diversos confrades, nomeadamente, o chefe Hélio Loureiro.

O vídeo é o que foi possível. Sem tripé e confinado ao local para captação de imagens. Vale pela qualidade artística e sobretudo um bom término das festas natalícias.

O concerto contou com a presença de 20 coros, coro Pofifónico da Lapa, Ensemble de metais e percursão e soprano. Direcção Ensemble e Coro Polifónico de Filipe Veríssimo e Direcção geral pelo P. Ferreira dos Santos (Reitor da igreja da Lapa).
O Cónego Ferreira dos Santos no início do concerto disse que não tinha lugar para assistir quem não cantasse. E de facto, a assistência participou cantando os reis aceitando assim o repto do Compositor/ Director.
Igreja repleta e sem lugar para mais assistência. Foi fabuloso. Aqui ficam dois pequenos vídeos para ver, ouvir e contemplar.
Ao introduzir no blogue acaba por perder definição.
Alengrem-se os Céus e a Terra:
video 1 - Primeira Parte

video 1 - Segunda Parte

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

FESTA DO MENINO

Tal como é tradição na grande maioria das paróquias do Minho, Telhado celebrou também a sua tradicional Festa do Menino que encerra as festas de Natal. Actualmente, é promovida pelos escuteiros, Agrupamento 464. Outrora, esta festa era realizada pelos jovens solteiros de Telhado.
Este ano, de realçar o presépio vivo e os figurantes que tomaram parte na procissão.
E mais uma vez saliento o entusiasmo e ousadia de todos os que participaram nas diversas representações do presépio ao Vivo. Parabéns.

Aqui ficam algumas fotos desta festa.





 

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