segunda-feira, 18 de abril de 2011
SEMANA SANTA: em Portugal e Espanha
segunda-feira, 7 de março de 2011
A LUTA É ALEGRIA!?
Não falta quem te avise «toma cuidado»
Não falta quem te queira mandar calar
Não falta quem te deixe ressabiado
Não falta quem te venda o próprio ar.
Na nossa sociedade há vozes que se tentam calar. Não foi isso que aconteceu com algumas televisões? E nos jornais escreve-se com liberdade?
Há vozes que incomodam. Por isso e com razão os homens da luta afirmam: "Não falta quem te queira mandar calar". As verdades devem dizer-se. Não se deve camuflar tal como acontece na política entre governo e PSD. Até parece que há acordo com o prosseguimento do TGV. Como vai esta política tão baixa. E o povo continua a pagar. E os ditadores continuam a querer calar porque lhes dá jeito. Têm medo de perder o lugar e as todas as mordomias e previlégios conseguidos com a batota, com a ilusão, a falsidade.
Já assim o afirmava um ilustre pregador no sermão de Santo Amaro:
"Estamos cansados da mentira.
Queremos homens de verdade. E os cristãos devem ser homens e mulheres de verdade. E não de aldrabices.
Porque é com aldrabices que as coisas caminham de pior para pior. E se não fossem tantas aldrabices e tantas mentiras e tantos ilusionismos e tanta desvergonha, ñós certamente não estaríamos, certamente, lá no fundo do abismo".
"Quando certos figurões da nossa praça que são tantos.. entram em hoteis de 5 estrelas ou restaurantes de luxo para comer o leitão à Bairrada ou marisco do mais caro, não porque trabalharam, porque eles nunca trabalharam; andaram a mentir a vida inteira; assim arrecadaram fortunas sujas. mas daquilo que roubaram ao país e ao povo. Esses não merecem nem o respeito, nem a consideração.
Deviam estar todos na cadeia.... Porque são vigaristas, porque são corruptos, porque são ladrões; porque esta sociedade portuguesa está cheia deles e não lhes acontece nada infelizmente." Esta vídeo está em:
É esta a realidade da nossa sociedade? Mas o povo cala. O povo deixa andar. Reclama, reclama mas, na hora da verdade cala-se e cruza os braços, dá meia volta e segue a sua vida.
É bom reflectirmos nas palavras de Arthur Schopenhauer: "A vida inteira é uma luta em que cada passo é contestado. Logo, é uma alma cobarde aquela que, assim que as nuvens negras se condensam ou apenas se mostram no horizonte, abate-se, perde o ânimo e põe-se a lamentar".
sábado, 5 de março de 2011
Partiu aos 92 anos

Sempre ligada e dedicada ao serviço da igreja e paróquia. No tempo em que não havia enfermeiros para dar injecções, a D. Mavilde e sua irmã Aurora, eram duas pessoas que se deslocavam a casa das pessoas para lhes aplicar as ditas injecções.
Vida dedicada também ao grupo Coral. Só deixou de participar quando as forças e a saúde a impedia. Apesar de alguns esquecerem o grupo coral não esquece aqueles que, abenegadamente e sem interesse, cantam ajudando a rezar.
Hoje é o último adeus físico.
Connosco ficam as memórias,
Os ensinamentos e a sabedoria de uma
amiga de cabelos brancos.
Consigo aprendemos a nunca desistir,
A estar sempre presente, a não faltar
e ser sempre a primeira a chegar.
A sua voz não se distinguia nem sobressaía das outras.
Era melodiosa, angelical e sempre afinada.
Só deixaste de cantar connosco
quando a saúde começou a falhar.
Por isso, sabemos o quanto gostava de cantar e de estar connosco!
É uma partida física.
Ficará na nossa memória e no nosso coração.
Eterna saudade do GRUPO CORAL DE TELHADO.
sábado, 29 de janeiro de 2011
DIA MUNDIAL DOS LEPROSOS
A lepra (hanseníase, morfeia, mal de Hansen, mal de Lázaro), é uma doença infecciosa causada pelo bacilo Mycobacterium leprae que afecta os nervos e a pele e que provoca danos severos. O nome hanseníase é devido ao descobridor do microrganismo causador da doença Gerhard Hansen. É chamada de "a doença mais antiga do mundo", afectando a humanidade há pelo menos 4000 anos e sendo os primeiros registos escritos conhecidos encontrados no Egito, datando de 1350 a.C.
Se a lepra for diagnosticada e tratada atempadamente, evita-se a formação de úlceras, a afectação do sistema nervoso periférico, a produção de lesões nos pés, nas mãos e pode evitar a cegueira.
Actualmente há tratamento e cura para a doença. Até 1941 não existia qualquer remédio para a lepra.
Números: mais de 10 milhões é o número de pessoas afectadas pela lepra, curadas ou não. Todos os anos surgem 400/500 mil novos casos. Tratamento: Cinco milhões encontram-se em tratamento. Em Portugal: há cerca de mil pessoas que tiveram ou têm lepra.
A Lepra na Bíblia:
A Bíblia é uma riquíssima fonte sobre a lepra, como também sobre os leprosos e as formas usadas para impossibilitar que o acometido pelo “pecado” fosse transmissor da moléstia. Lemos no Levítico; 13, 45- 4, que: “Quem for declarado leproso, deverá andar com as roupas rasgadas e despenteado, com a barba coberta e gritando: “Impuro! Impuro!” Viverá separado e morará fora do acampamento”.
No livro dos Números; 5, 1-3 está escrito:
Javé falou a Moisés: “Ordene aos filhos de Israel que expulsem do acampamento os leprosos, os que têm gonorréia e os que se contaminaram com cadáveres. Homens ou mulheres serão todos expulsos do acampamento, no meio do qual eu moro”.
O leproso além da desintegração física, a exclusão social eraconsiderada uma maldição divina, castigo pelo pecado. Era uma impureza.
No Novo Testamento, podemos ver que Jesus cura vários leprosos. ( Lucas 17, 11-19 e Marcos 1, 40-45). Abeiravam-se de Jeus e suplicavam: “Jesus, Mestre tem compaixão de nós”.
Na Idade Média, os leprosos eram isolados em leprosarias ou gafarias e obrigados a carregar sinos para anunciar a sua presença.
Em Portugal, não era obrigatório viver nas gafarias mas tinham que viver isolados, em locais por eles escolhidos e podiam pedir esmola desde que avisassem, para o que tocavam uma espécie de castanholas, para todos saberem que eles se aproximavam. Houve épocas em que tinham que andar vestidos todos de negro, com duas mãos brancas cosidas no peito e um grande chapéu preto também com uma fita branca. Contudo não podiam comer ou dormir na companhia de pessoas saudáveis e não podiam ser eclesiásticos.

Após 16 anos a atender heroicamente os leprosos, cuidar das suas almas, lavar as chagas, distribuir remédios e encorajar os doentes a não perderem o senso da dignidade humana. Morreu também leproso no dia 15 de Abril de 1889, aos 49 anos. Mil doentes de lepra o enterraram aos pés de uma árvore. Seguindo o exemplo de Jesus, “amou-os até ao fim”, dando a vida por eles.
Após a sua morte foi considerado como um modelo e um herói da caridade. Ele se identificou de tal modo com os leprosos a ponto de usar a expressão "nós, os leprosos" mesmo antes de contrair a doença. Por isso continua a inspirar milhares de crentes e não crentes, que querem imitá-lo e tentam descobrir a fonte de seu heroísmo.
O Padre Damião foi Beatificado pelo Papa João Paulo II, em 05 de Junho de 1995 e declarado Santo pelo Papa Bento XVI no dia 11 de Outubro de 2009, na praça de São Pedro, no Vaticano.

A LEPRA NA EUROPA E EM PORTUGAL
A primeira gafaria de que há notícia na Europa, refere-se ao ano de 460 e situava-se em Saint Oyan.
No concílio de Orleans, em 549, foi imposta aos bispos a obrigação de se ocuparem da assistência aos leprosos nas suas dioceses. No que se refere à península ibérica, a primeira notícia remonta ao século VI e à cura milagrosa de um leproso na Galiza.
Diz-se habitualmente que a primeira gafaria da península ibérica foi criada em Valência em 1037, por El Cid, mas no que respeita ao território que haveria de ser Portugal, as primeiras referências são de 950 e 968, em que «se pede a doença como castigo de quem não cumprisse o estipulado». E, sabe-se que em 1107 foi feita uma doação ao convento de Paço de Soure para que se tratassem os leprosos. Em Portugal, nesse tempo, a lepra não atingia tanta gente como noutros países, embora houvesse bastantes leprosos. Sabe-se que só em França, no século XIII, havia duas mil gafarias e na Europa havia mais de dezanove mil.
As gafarias situavam-se fora das povoações, geralmente em lugares elevados, e os leprosos viviam aí, fora do convívio comum. Portugal foi sempre terra de brandos costumes. Enquanto na Europa eles eram proibidos de coisas elementares, como casar ou fazer testamento, por exemplo, aqui as limitações eram mínimas e nem sequer era obrigatório o internamento em gafaria; este era voluntário ou decidido pela família.
Claro que os que recusavam viver nas gafarias tinham que viver igualmente isolados, mas em locais por eles escolhidos e podiam pedir esmola desde que avisassem, para o que tocavam uma espécie de castanholas, para todos saberem que eles se aproximavam. Houve épocas em que tinham que andar vestidos todos de negro, com duas mãos brancas cosidas no peito e um grande chapéu preto também com uma fita branca. Contudo não podiam comer ou dormir na companhia de pessoas saudáveis e não podiam ser eclesiásticos
Havia gafarias situadas junto de fontes de águas termais porque se pensava que essas águas eram boas para o tratamento. As mais procuradas eram as de Aljustrel e as de S. Pedro do Sul.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
CONCERTO DE REIS - IGREJA DA LAPA
video 1 - Primeira Parte
video 1 - Segunda Parte
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
FESTA DO MENINO
sábado, 8 de janeiro de 2011
PARÓQUIA DE TELHADO....... SEM RUMO
Alguns Telhadenses têm questionado qual razão de este ano não se ter feito a decoração de Natal na igreja. Refiro-me aos arranjos com pinheiro de natal e luzes.
Mas, o Pároco já nos habituou às suas atitudes e comportamentos deste género.
A propósito da recusa de fazer um funeral: uma paroquiana comentava no no Blogue: “O reverendo não pratica as obras de misericórdia: Não consola os vivos nem enterra os mortos”.
O Pároco fecha a porta do salão ao nível do rés-do-chão que dá acesso aos quartos de banho e obriga as pessoas a descer à cave, subir e descer escadas. Talvez para que os cristãos de Telhado vejam que a cave do salão paroquial para além de café também pode servir para garagem de automóveis.
