Está na hora de repensar estes comportamentos. É preciso cuidar do rio Pelhe e descobrir as potencialidades que estão aqui por explorar.
Este é um espaço para partilha e discussão de ideias. Local de "encontro" para opinar sobre o que acontece, o que se projecta para o futuro nesta freguesia de TELHADO. Sem medo, aberta e de forma verdadeira vamos expôr o nosso pensamento. SERÁ UM MEIO DE DIVULGAÇÃO DE TUDO O QUE DIGA RESPEITO, DIRECTA E INDIRECTAMENTE A TELHADO. Se desejar algum esclarecimento envie email para: ntsilva_50@hotmail.com
Está na hora de repensar estes comportamentos. É preciso cuidar do rio Pelhe e descobrir as potencialidades que estão aqui por explorar.
É de lamentar que a vontade de algumas pessoas prejudique a freguesia. E mais curioso é que este povo de Telhado está impávido e sereno. Já nada o incomoda. As autoridades superiores, essas preferem calar, encobrir para não haver escândalos. Eles sabem mas fazem de conta. Batem umas palmadinhas nas costas e tudo continua na mesma. É mais fácil sorrir, ser simpático, bonzinho e parecer que se faz muita coisa. Dirão que não tinham conhecimento que não havia alternativa. Mas será tarde.
Haja bom senso nesta terra. Muitas freguesias por esse Portugal gostariam de ter a generosidade que esta gente de Telhado tem, as condições, as vontades, enfim... E Telhado cheio de sinergias e recursos humanos e até financeiros mas, por causa de algumas pessoas continuamos a ficar para trás.
Acordem. Façamos alguma coisa por Telhado. Por este caminho o futuro está negro. Será bem pior que o do país. Reafirmo o título deste artigo: O Adro da Igreja não tem solução porque as pessoas envolvidas não querem e muito menos estão interessadas no bem da comunidade e no seu progresso. Chega de desleixo pelo património humano, cultural, imobiliário e artístico que há nesta freguesia.
Ocorreu em Braga, de 12 a 15 de Janeiro de 2010, o Congresso Internacional sobre o presbítero “à escuta da Palavra”. Realizou-se no âmbito das comemorações dos 450 anos da fundação do Colégio de S. Paulo, actual edifício Seminário Conciliar. O primeiro Congresso, também realizado em Braga, aconteceu em 25 de Outubro de 1905.
Participaram neste congresso mais de 300 sacerdotes e cerca de 30 leigos durante três dias para reflectir sobre o presbitério e as mudanças eclesiais e sociais a que são chamados.
Foram diversos os congressistas (D. Jorge ortiga, D. Carlos Azevedo, D. Manuel Clemente, D. António Couto, Gisbert Greshake, João Duque, Mons Jean_Louis Brugés, Santiago del Cura Elena, Marcelo rebelo de Sousa, Fátima Campos Ferreira, Isabel Jonet entre outros, a apresentarem os seus pensamentos, as ideias, reflexões e interpelações para uma igreja do futuro e em permanente mudança.
D. Jorge Ortiga espera que os sacerdotes sejam, acima de tudo “homens de Deus”. O Arcebispo de Braga afirmou durante o Congresso Internacional «À Escuta da Palavra» que um sacerdote tem necessariamente de fazer primeiro “experiencia de Deus 24 horas por dia”.
Um sacerdote é “um homem para os outros homens”, acrescentou, mas “só fazendo essa experiência de Deus é que ele pode trazer algo de novo para uma humanidade que caminha sem rumo certo”.
Afirmou o Arcebispo de Braga que a indiferença religiosa existe porque “nós não conseguimos fazer a diferença”. Por isso, D. Jorge Ortiga espera sacerdotes alegres, “ao serviço da comunidade, sem se cansarem, acreditando que a sua vida é entregue para que outros possam experimentar a mesma profundidade”.
O papel do Padre segundo três leigos
Marcelo Rebelo de Sousa frisou que a geografia marca a forma como se vê um sacerdote, partilhando uma visão de Lisboa e outra de Celorico de Basto, “duas realidades distintas que formam dois «Portugais»”.
A Norte o “grande peso da fé tradicional”, “um respeito generalizado nas cerimonias cívicas, com maior peso na gente mais velha do que na mais nova” mostram uma visão do padre “ainda parecida com a visão da sociedade rural de há 10 anos. O sacerdote é levado a desempenhar diversas tarefas. Tem de se desmultiplicar, apesar de uma crescente papel dos leigos”.
Marcelo Rebelo de Sousa afirmou ainda que os sacerdotes “não devem ser directores de IPSS. Não devem ter tarefas comunitárias correntes. Não devem ser os sacerdotes a ter a exposição no debate cultural, mas sim os leigos”.
E diz ainda: A humildade num sacerdote é essencial, “têm de resistir à moda, ao mundanismo”.
Finalizando, o professor universitário afirmou que a Igreja tem de deixar claro que está ao serviço dos mais pobres. “Se esta mensagem passar, a sociedade passa a ver com outros olhos o padre e a Igreja”.
Isabel Jonet, Presidente da Federação dos Bancos Alimentares, afirmou que um padre “tem de dar testemunho em todas as realidades, não apenas na espiritual”.
Considera que os sacerdotes devem ter tempo para “saber escutar, aconselhando com serenidade. Se ficam absorvidos pelas tarefas burocráticas deixam de ter tempo para ver e ouvir atentamente as reais necessidades das suas realidades paroquiais.
Isabel Jonet pediu aos padres para terem tempo. “Dêem tempo a si e às suas comunidades, para ver e ouvir”.
A jornalista Fátima Campos Ferreira deu conta da perda de orientação que a sociedade em geral sente. “Nos dias que vivemos ninguém tem a certeza de nada.
Fátima Campos Ferreira considera que o mundo enfrenta o desafio da missionação. “Precisamos de uma nova missionação. Isto implica que o sacerdócio seja o ponto central da sociedade”. Esta exigência requer uma melhor preparação do sacerdote
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