Esperemos que as autoridades cuidem do parque e os cidadãos respeitem e aproveitem o bom da natureza.
domingo, 26 de maio de 2013
PARQUE NATURAL DA PORTELA, em Famalicão: falta de civismo e abandono!
O Parque natural da Portela tem sido maltratado e alguns dos seus utentes não têm civismo nem respeito pela natureza e pelo que é de todos. É estranho que a placa de simples sinalização fosse atirada para dentro do tanque. Além disso, parece que haverá cidadãos que não gostam que outros possam usufruir deste espaço e da sua água. Destroem os equipamentos construídos para todos. Quando não existem os equipamentos critica-se porque deveriam ser criados; depois de construídos, acontece o que as imagens documentam.
Esperemos que as autoridades cuidem do parque e os cidadãos respeitem e aproveitem o bom da natureza.
Esperemos que as autoridades cuidem do parque e os cidadãos respeitem e aproveitem o bom da natureza.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
AURORA FERNANDES DOS SANTOS (16-07-1921 - 08-11-2012)
Celebra-se hoje, dia 15 de Novembro, o sétimo dia do falecimento de Aurora
Fernandes dos Santos, (dia 08-11-2012), aos 91 anos. Deixou-nos após 14 anos de doença prolongada que a reteve
no seu leito junto de sua família.
A sua vida pautou-se pelo serviço
ao próximo e à Igreja. Mulher de silêncio, de poucas palavras mas, de muito
trabalho em prol da comunidade. A muitos
ensinou a catequese, a outros a fazer flores de papel e arranjos. Transmitiu o gosto pelo canto e pela música a muitos outros. Em tempos administrava as injeções a quem se deslocava a sua casa; muitas vezes
deslocava-se a casa dos doentes aplicar essas injeções. Fazia de uma verdadeira "enfermeira" tempos A maioria de nós ainda
a recorda a tocar o órgão em cada celebração litúrgica com todo o ardor e
dedicação.
Foi uma mulher de grande generosidade, solidariedade e sobretudo uma cristã pelo exemplo e pela partilha.
Paz à sua alma.
domingo, 14 de outubro de 2012
ACORDAI
Portugal está a caminhar para dias
muito difíceis. Há um mês, o povo veio para a rua demonstrar aos políticos que
o povo é sereno, é capaz de suportar sacrifícios, mas com limites e com
equidade. Todos estamos cansados de ouvir falar de crise.
Até agora, os políticos gastaram o
nosso dinheiro, em construções megalómanas, estradas e auto-estradas paralelas,
festas e festanças, foguetórios. Havia dinheiro para tudo.
Ao longo de 30 anos foi gastar por
conta. Em
2005, Durão Barroso, diz que o país está de tanga e “foge” para um “tacho” que
lhe dá mais dinheiro e regalias. Aliás, Miguel de Sousa Tavares escrevia
recentemente: “Durão Barroso é uma espécie de
cata-vento da impotência e incompetência dos dirigentes europeus. Todas as
semanas ele cheira o vento e vira-se para o lado de onde ele sopra”
Na nossa sociedade, infelizmente, há
muitos cata-ventos. Viram-se conforme lhes dá jeito. Batem palmadinhas nas
costas, dizem que sim por conveniência, aparecem e desaparecem como o fumo.
Esses andam atrás do interesse próprio sem dar nada à sociedade. Aparecem com
sorrisos falsos; falam só o que lhes convém; dizem palavras bonitas mas ocas de
sentido porque a sua vida é em tudo contrária áquilo que afirmam. Alguns são
verdadeiros lobos com peles de cordeiro. Disfarçam-se e enganam. Na hora de
“dar o corpo ao manifesto”, abandonam e batem com a porta. O filho pródigo
regressa à casa do Pai, arrependido. Mas esses regressam para a fotografia,
para limpar a sua imagem; alguns defendem, convivem, pactuam com aqueles de que
outrora, criticavam e andavam de candeias às avessas. Aqueles que se dizem
lideres, responsáveis têm tentado adormecer o povo. Até preferem um povo que
não pense, não discuta, não reivindique. Alguns tentam demonstrar que está tudo
bem, e que o mal e o problema são os outros; esses responsáveis dizem-se que
estão no bom caminho, que a verdade está do seu lado e que procuram o bem para
todos.
Acordai! Não é esta a realidade em que vivemos?
Os últimos anos foram de um desgoverno
completo. Não havia dinheiro mas era preciso mostrar obra. Logo criaram-se mais
PPP (Parcerias públicas Privadas). Com o aumento destas e a obrigatoriedade de
as cumprir, os políticos hipotecaram o futuro de Portugal e dos portugueses com
engenharias financeiras. Chegou a de pagar, logo o povo tem que pagar.
No dia 10 um sr. deputado e ex-secretário
das obras públicas vem referir na TV “tenho 47 anos e neste momento sou apoiado
pelos meus pais”. É lamentável que um representante do povo desrespeite
aqueles que sobrevivem com pouco mais de 200€. É este tipo de políticos que
governam o nosso país!?
Os políticos não estão interessados em
resolver o problema do povo. Agora que começam a falar em redução do número dos
deputados, já ninguém quer perder o lugar. Agora argumentam que os partidos
pequenos serão os prejudicados. Pura mentira.
É uma questão de matemática e de
proporcionalidade. Eles não querem falar de coisas sérias da perda das suas
regalias. Muitos
dos leitores dirão que não vale a pena
chover no molhado. Errado, na minha opinião, aquele que tiver consciência não
pode ficar calado. Todos devem exercer o seu direito de cidadão, de pensar, de
agir, de exigir, de reivindicar justiça. Ficar calado é lavar as mãos como fez
Pilatos. Calar é consentir. Calar é pactuar. Calar é fazer silêncio por
interesse. E aqueles que se refugiam no silêncio é porque são cobardes,
egoístas e não lhes convém demonstrar o que pensam.
A IGREJA E A CRISE
São muitos os cristãos deste país que
no seu dia-a-dia, voluntariamente, em muitas instituições fazem a sua caridade,
isto é, generosamente, amam o próximo, dando um pouco de si mesmo. São muitas
as Instituições que no plano social matam a fome a muitas famílias que, nestes
tempos, atravessam muitas dificuldades. Este é o plano de acção, no terreno de
muitos cristãos. Aqui a Igreja tem tido um papel fundamental. Mas não podemos
esquecer que há muitas outras instituições e particulares, da sociedade civil,
que também dão ajuda aos mais necessitados. Mas sem dúvida, a Igreja, é aquela
que tem uma maior rede de apoio, onde tem demonstrado a sua capacidade e
generosidade.
E onde está A IGREJA na sua intervenção cívica?
Outro plano social da igreja é a sua
intervenção. Não política mas cívica em prol dos mais desprotegidos (crianças,
doentes, idosos). São poucas as vozes da da Igreja que ousam apontar o dedo na
ferida. Muitos de nós temos presente a crise na década de 80 e o papel de D.
Manuel Martins, bispo de Setúbal.
Interveio na sua diocese contra a
miséria, a fome, o desemprego. Ele foi chamado o “bispo vermelho”, porque era
uma voz incómoda para o poder. Aliás, D. Manuel Martins, em 02-10-2012, em
relação a esta crise escrevia: “Vamos
ultrapassar… Para tanto, temos que descer todos a terreno, temos que acordar
(“Acordai!”), sobretudo para pedirmos aos responsáveis que assumam a sua culpa
e lancem mão às ferramentas da luta”.
Ramalho Eanes, em entrevista à Rádio
renascença, afirma: “acho que a Igreja
deveria ter uma voz mais activa”, no que se refere à intervenção cívica.
Posição contrária é a do cardeal, D.
José Policarpo que entende que o papel da igreja “é desafiar os nossos cristãos a estar atentos em vez de tomar posição
solene de condenação governativas”. Mas Ramalho Eanes defende que: “Quando alguns dos filhos de Deus e alguns
dos irmãos estiverem em grande sofrimento, a igreja tem que os defender. A
igreja tem que ter uma voz”.
D. Januário Torgal Ferreira, bispo das
forças armadas é uma das vozes que se levanta contra as injustiças e
desigualdades. Recentemente, numa entrevista à TSF dizia: “não é com
austeridade que se salva o país” e “se
o primeiro-ministro vai em frente, deixa o país fortemente desgraçado”, ou
melhor “uma parte do país”.
Como referiu D. Jorge Ortiga, “não sei até que ponto este povo de brandos costumes poderá aguentar
durante muito tempo”.
Por isso, ACORDA !!!! Não te deixes enganar nem influenciar.
(Artigo escrito sem aplicar o acordo
ortográfico)
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
AO MANUEL F. ALVES

No dia 28, a "partida" prematura do nosso conterrâneo e amigo, Manuel F. Alves, de 49 anos, surpreendeu-nos a todos. A sua partida deixa-nos mais pobres.
No último adeus, uma grande multidão quis despedir-se do Manuel Alves para demonstrar o apreço e carinho pelo seu exemplo de vida, de trabalho, dedicação, na comunidade como cristão e na sociedade como empresário.
Por isso, deixo aqui, a minha homenagem e um obrigado pelo que contributo no progresso, no diálogo e convivência cordial na nossa comunidade de Telhado.
Por isso, deixo aqui, a minha homenagem e um obrigado pelo que contributo no progresso, no diálogo e convivência cordial na nossa comunidade de Telhado.
Quando surgiu a notícia
Não queria acreditar que fosse verdade.
Mas confirmou-se. Tinhas partido!
A tua hora chegara subitamente, sem avisar.
Alguns sonhos ficam para trás.
Não houve tempo para te dizer uma adeus, um obrigado.
Por isso, é imensa a tristeza e a dor que sentimos.
Porque perdemos um amigo que estava em todos os momentos.
Um amigo que não voltava as costas aos problemas nem às dificuldades.
Perdemos um amigo que contagiava de alegria e entusiasmo tudo e todos.
Perdemos um amigo que tinha sempre uma palavra de conforto.
Perdemos um homem de coragem e
Que estava presente mesmo estando ausente.
Que estendia e segurava a mão daquele que precisava de uma força para se levantar.
Por onde passaste deixaste a tua marca.
A força, a coragem, a ousadia, a alegria, a solidariedade.
Apesar da correria da vida, e da exigência empresarial,
estavas atento e vivias as preocupações e anseios da comunidade.
Podíamos contar sempre contigo.
Eras o primeiro a apoiar e a dar força para avançar.
O nosso obrigado! A nossa gratidão!
Partiste, mas só fisicamente!
Ficarás na memória de todos os que cruzaram, de qualquer forma, na tua vida.
Não queria acreditar que fosse verdade.
Mas confirmou-se. Tinhas partido!
A tua hora chegara subitamente, sem avisar.
Alguns sonhos ficam para trás.
Não houve tempo para te dizer uma adeus, um obrigado.
Por isso, é imensa a tristeza e a dor que sentimos.
Porque perdemos um amigo que estava em todos os momentos.
Um amigo que não voltava as costas aos problemas nem às dificuldades.
Perdemos um amigo que contagiava de alegria e entusiasmo tudo e todos.
Perdemos um amigo que tinha sempre uma palavra de conforto.
Perdemos um homem de coragem e
Que estava presente mesmo estando ausente.
Que estendia e segurava a mão daquele que precisava de uma força para se levantar.
Por onde passaste deixaste a tua marca.
A força, a coragem, a ousadia, a alegria, a solidariedade.
Apesar da correria da vida, e da exigência empresarial,
estavas atento e vivias as preocupações e anseios da comunidade.
Podíamos contar sempre contigo.
Eras o primeiro a apoiar e a dar força para avançar.
O nosso obrigado! A nossa gratidão!
Partiste, mas só fisicamente!
Ficarás na memória de todos os que cruzaram, de qualquer forma, na tua vida.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Neste Natal podemos poupar em tudo, menos no que podemos dar
Todos os anos, por altura do Natal, a Rádio Renascença (RR), lança uma campanha para ajuda de uma instituição.
Este ano devido ao acentuar da crise e porque é verdadeiramente urgente ajudar milhares de portugueses que precisam de alimentos, trabalho, roupas, apoio médico ou financeiro, entre muitas outras coisas, a Renascença juntou-se à Sociedade de São Vicente de Paulo.
A Sociedade de São Vicente de Paulo trabalha em proximidade com as comunidades em que se encontra (existem 805 conferências vicentinas no nosso país). Entre as actividades que desenvolvem encontram-se as visitas domiciliárias, uma parte fundamental da actividade vicentina.
A primeira conferência de S. Vicente de Paulo foi fundada em Paris, em 1833, por 7 jovens universitários, entre os quais se encontrava Frederico Ozanam. As conferências vicentinas chegaram a Portugal em 1859. Grupos semelhantes espalharam-se rapidamente por todo o mundo.O fundador da Sociedade de São Vicente de Paulo, Frederico Ozanam, costumava dizer que “desejava abraçar o mundo inteiro numa rede de caridade”. E é mesmo isso que os vicentinos fazem, por isso pedimos a sua colaboração neste Natal. Afinal, nesta altura podemos poupar em tudo, menos no que podemos dar.
Pode deixar o seu contributo na conta “Natal Renascença”:
Pode deixar o seu contributo na conta “Natal Renascença”:
Conta: 0000 6303 6809NIB: 0007 0000 00063036809 23
No Multibanco - os campos entidade e referência devem ser preenchidos repetindo o número 7.
Pode consultar todos estes dados na página oficial da Rádio Renascença:
Faço referêcia a esta campanha porque em Telhado existe, desde 13 de Outubro de 2007, conferência Vicentina.
Etiquetas:
Conferência Vicentina; Natal Renascença
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
ANO PASTORAL 2011-2012 - Ano dos Conselhos Pastorais Paroquiais?
Desde há longa data que Dom Jorge Ortiga tem tentado incutir a ideia dos Conselhos Pastorais Paroquiais (CPP). Em muitas paróquias, tal como em Telhado, a sua criação ainda não aconteceu. Na sua mensagem no vídeo de lançamento do ano Pastoral 2011-2012, subordinado ao lema: “A Igreja alimenta-se da Palavra. Um povo que produza os seus frutos”.
D. Jorge Ortiga afirma: “Temos diante de nós o dever e a obrigação não só de fazer com que os conselhos pastorais paroquiais funcionem mas que ao mesmo tempo eles tragam um ritmo novo à nossa comunidade”, que deve estar “atenta aos sinais dos tempos”. Salienta ainda que os Conselhos Pastorais “nunca” se devem tornar numa “mera estrutura, mas uma verdadeira experiência de comunhão, diálogo e discernimento dos melhores caminhos, para que a Palavra transforme o coração das pessoas”.
O que é um CPP? É um organismo, presidido pelo pároco, constituído pelas comunidades de vida residentes na paróquia, pelos representantes dos grupos paroquiais (escuteiros, corais, juventude, movimentos de casais, confrarias, movimentos de acção sócio-caritativa, e outros movimentos, etc....
No dia do Arquidiocesano do Catequista, 10 de Setembro, Dom Jorge Ortiga, já fazia referências aos CPP dizendo:
O que é um CPP? É um organismo, presidido pelo pároco, constituído pelas comunidades de vida residentes na paróquia, pelos representantes dos grupos paroquiais (escuteiros, corais, juventude, movimentos de casais, confrarias, movimentos de acção sócio-caritativa, e outros movimentos, etc....
No dia do Arquidiocesano do Catequista, 10 de Setembro, Dom Jorge Ortiga, já fazia referências aos CPP dizendo:
“Há paróquias onde o seu serviço é já realidade consolidada; há outras que nunca ouviram, nem sequer falar da sua necessidade.”
Mas podemos ver paróquias onde já funcionam. Estas são aquelas que são possíveis ver online: http://www.paroquialandim.com/ e http://www.paroquiaaves.pt/.
E continua: “Caríssimos catequistas, será que vos poderei pedir que leveis a todas as paróquias este desejo dum Arcebispo, que apenas quer “presidir à caridade”, que espera que os Conselhos Pastorais Paroquiais funcionem na sua expressão estritamente paroquial ou intra-paroquial?
A qualidade da catequese também depende disto. Se eles existirem e funcionarem, como experiência concreta da comunhão, saberão renovar toda a pastoral numa fidelidade à doutrina eclesial e testemunhar a verdadeira unidade na paróquia, sempre em plena sintonia com a Arquidiocese.
Acreditai: trata-se de uma aposta que qualificará a catequese e todas as outras actividades pastorais. Caso contrário, continuaremos a ser comunidades que não produzem frutos, mas que se contentam com os agraços.”
Estes são os desejos do Pastor diocesano, o Arcebispo Primaz. Por isso, os CPP são imprescindíveis para que o povo de Deus concretize as suas 4 funções básicas da acção eclesial no meio do mundo: evangelizar, catequizar, celebrar a fé e vivê-la por meio do exercício da caridade.
E continua: “Caríssimos catequistas, será que vos poderei pedir que leveis a todas as paróquias este desejo dum Arcebispo, que apenas quer “presidir à caridade”, que espera que os Conselhos Pastorais Paroquiais funcionem na sua expressão estritamente paroquial ou intra-paroquial?
A qualidade da catequese também depende disto. Se eles existirem e funcionarem, como experiência concreta da comunhão, saberão renovar toda a pastoral numa fidelidade à doutrina eclesial e testemunhar a verdadeira unidade na paróquia, sempre em plena sintonia com a Arquidiocese.
Acreditai: trata-se de uma aposta que qualificará a catequese e todas as outras actividades pastorais. Caso contrário, continuaremos a ser comunidades que não produzem frutos, mas que se contentam com os agraços.”
Estes são os desejos do Pastor diocesano, o Arcebispo Primaz. Por isso, os CPP são imprescindíveis para que o povo de Deus concretize as suas 4 funções básicas da acção eclesial no meio do mundo: evangelizar, catequizar, celebrar a fé e vivê-la por meio do exercício da caridade.
PORQUE SE RESISTE ÀCRIAÇÃO DOS CPP??
Durante muitos anos a Igreja fechou-se sobre si mesmo. Era essa a realidade até ao Concílio Vaticano II. Mas, manteve-se para além e nalgumas comunidades até aos dias actuais. Responsabilidade da própria hierarquia da Igreja. Porque, a criação dos CPP não é retirar poder a ninguém mas gerar comunhão, partilha na comunidade. A Igreja não pode afirmar-se como simples massa de pessoas baptizadas que vão à eucaristia e vivem uma religiosidade individualista. O cristão não pode viver isolado em si mesmo. Porque isolado não gera comunhão. Todos somos Igreja e todos fazemos Igreja, isto é, fazemos parte de um Povo com carismas diversificados. É esta diversidade de dons que enriquece a Igreja. Mas para isso, é necessário que cada um assuma a responsabilidade na Igreja. Trabalhar em Igreja implica interpelar, estimular, desafiar, dialogar, compreender, etc. Não somos todos irmãos e discípulos de Jesus Cristo?
Tem razão Dom Jorge Ortiga ao afirmar que os CPP "não são um mero exercício de “democracia pastoral”, mas aposta na presença de Cristo no meio de “dois ou mais”, que se amam com seu amor, edificando, assim, a verdadeira Igreja como Sacramento do Seu amor salvífico".
Relembro o tema para este ano Pastoral:“A Igreja alimenta-se da Palavra. Um povo que produza os seus frutos”. Se olharmos para a parábola da vinha do Senhor (27º Domingo: um Senhor planta uma vinha com todo o cuidado e tecnologia; confia-a a uns vinhateiros, conhecedores da profissão. Quando chega o tempo da vindima, manda buscar a colheita e é surpreendido. Os vinhateiros não entregam os frutos e maltratam os enviados... nem sequer respeitam o próprio filho do dono.E Chegam a matá-lo.
- A "Vinha" não será destruída, mas os trabalhadores serão substituídos...
Se a vinha é o Povo de Deus, na Igreja quem são os vinhateiros? Como poderá a vinha produzir frutos se os vinhateiros não cuidam da vinha que lhes foi confiada?
A proposta para este ano pastoral é exigente, tal como a Palavra. Mas se não escutamos a Palavra e não A pomos em prática, essa Palavra, não produzirá frutos.
Será a culpa da vinha ou dos vinhateiros?
- A "Vinha" não será destruída, mas os trabalhadores serão substituídos...
Se a vinha é o Povo de Deus, na Igreja quem são os vinhateiros? Como poderá a vinha produzir frutos se os vinhateiros não cuidam da vinha que lhes foi confiada?
A proposta para este ano pastoral é exigente, tal como a Palavra. Mas se não escutamos a Palavra e não A pomos em prática, essa Palavra, não produzirá frutos.
Será a culpa da vinha ou dos vinhateiros?
FINALIDADES E VANTAGENS DA EXISTÊNCIA DOS CPP
O CPP é um verdadeiro instrumento de integração, de convergência de todos as forças evangelizadoras da paróquia.
A sua grande finalidade principal é a programação, animação, coordenação, informação da acção pastoral.
Poder-se-á apontar algumas das funções do CPP:
- Analisar a realidade da comunidade paroquial e do povo que tem que evangelizar procurando resposta mais adequadas à realidade.
- Elaborar, anualmente, com a colaboração de todos os grupos paroquiais, o plano pastoral da paróquia.
- Organizar o calendário das iniciativas.
- Coordenar o trbalho eclesial de todos os grupos paroquiais.
- No final do ano fazer uma revisão da acção pastoral desenvolvida na paróquia e ver se está de acordo com o plano da Diocese e do arciprestado, etc...
A responsabilização, a distribuição de tarefas permanentes tem vindo a defender na paróquia de Telhado, pelo menos desde Janeiro 2006. data em que entreguei pessoalmente uma carta ao Pároco de Telhado e da qual trancrevo:
Senhor Padre Carneiro,
Como já referi algumas vezes, e até em público, a nossa paróquia tem tudo…mas está desorganizada.
O Sr Padre Carneiro, tem responsabilidades que deveriam ser assumidas pelos leigos, pelos cristãos desta paróquia. Há tarefas que precisam de ser confiadas, distribuídas. Enquanto, tal não suceder,
Posso enumerar diversas:
Salão Paroquial: manutenção, limpeza, obras, abertura/encerramento Bar do salão: que deveria ter estatuto próprio e com regras pré-definidas relativa à sua exploração.
Igreja: limpeza, ornamentação, segurança, iluminação, sinos,
A Liturgia: os grupos corais, os acólitos, os leitores, as zeladoras, os ministros extraordinários da comunhão…
Parte Comunitária: o passeio paroquial, a festa de Natal, Mês de Maria e procissão de velas.
E mais que poderia mencionar.
Poderá perguntar e pessoas responsáveis para isto? Quem? Afirmo que felizmente esta paróquia tem pessoas que querem trabalhar e que são capazes de o fazer. Mas desta forma não tenhamos ilusões: a paróquia está à deriva.
Se de facto o Sr Padre Carneiro pretende concretizar as quatro obras que já referi, é preciso mudar atitudes, mudar comportamentos. “Água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, não acredito que se aplique a Telhado.
Como já referi algumas vezes, e até em público, a nossa paróquia tem tudo…mas está desorganizada.
O Sr Padre Carneiro, tem responsabilidades que deveriam ser assumidas pelos leigos, pelos cristãos desta paróquia. Há tarefas que precisam de ser confiadas, distribuídas. Enquanto, tal não suceder,
Posso enumerar diversas:
Salão Paroquial: manutenção, limpeza, obras, abertura/encerramento Bar do salão: que deveria ter estatuto próprio e com regras pré-definidas relativa à sua exploração.
Igreja: limpeza, ornamentação, segurança, iluminação, sinos,
A Liturgia: os grupos corais, os acólitos, os leitores, as zeladoras, os ministros extraordinários da comunhão…
Parte Comunitária: o passeio paroquial, a festa de Natal, Mês de Maria e procissão de velas.
E mais que poderia mencionar.
Poderá perguntar e pessoas responsáveis para isto? Quem? Afirmo que felizmente esta paróquia tem pessoas que querem trabalhar e que são capazes de o fazer. Mas desta forma não tenhamos ilusões: a paróquia está à deriva.
Se de facto o Sr Padre Carneiro pretende concretizar as quatro obras que já referi, é preciso mudar atitudes, mudar comportamentos. “Água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, não acredito que se aplique a Telhado.
Esta foi uma parte da minha exposição escrita em 2006. Já lá vão 5 anos. O tempo passa e tudo permanece.
domingo, 11 de setembro de 2011
BODAS DE OURO SACERDOTAIS EM VALE S. COSME
Monsenhor Joaquim Morais da Costa celebrou neste domingo dia 11, na comunidade paroquial de Vale S. Cosme as suas Bodas de Ouro Sacerdotais. A comunidade reuniu-se e uniu-se para homenagear um filho da Terra. Vale S. Cosme demonstrou que não esquece os filhos da terra. Por isso, prestou esta homenagem pelos 50 anos de sacerdócio e serviço à Igreja.
Mosenhor Joaquim Morais nasceu a 14 de Outubro de 1936. Entrou no Seminário de Braga em 1948 e é ordenados presbítero em 15-08-1961. Desde 1972 a 1999 é pároco de S. Victor, em Braga (com seu irmão P. José Morais da Costa). Desde 1999, é Reitor do santuário do Sameiro, Braga.
"Sou feliz" é uma das frases de Monsenhor Morais da Costa. Se dúvidas houvesse, estariam desfeitas para quem conhece e conviveu com este "homem de Deus". A sua sua energia, alegria e entusiasmo que sempre demontrou ao longo destes 50 anos de sacerdócio. Empenho, verticalidade, generosidade, bondade, entrega, humildade e simplicidade foram muitas das qualidades que alguns dos intervenientes realçaram do Monsenhor Morais da Costa.
Nesta cerimónia, Monsenhor Morais da Costa quis juntar muitos daqueles que "de 1948 a 1961 e longo da minha vida de sacerdócio viajaram na mesma carruagem, e em diferentes apeadeiros mudaram de rumo." Convidou, também, os ex-seminaristas das comunidades vizinhas para partilhar a alegria de ser padre. "... ser padre é isto somente não ser de si nem dos seus para ser de toda a gente." (A. Correa de Oliveira).
Os paroquianos associaram-se em grande número a esta homenagem simples, mas com muita sobriedade; Concelebraram diversos sacerdotes, colegas e amigos, o Arcipreste de Famalicão, Pe Mário Martins e no já final da cerimónia marcou presença o Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga que também dirigiu uma palavra de apreço pelo seu trabalho e dedicação ao longo de 50 anos de sacerdócio. E lançou um apelo para as famílias, pai e mãe, servirem de eco de despertar de vocações, tal como o foram os pais do Monsenhor Morais.
No final da eucaristia de acção de graças um momento de convívio e confraternização para os convidados e amigos, no centro Social e Paroquial.
Parabéns pelos 50 anos e obrigado pelos vezes de convívio e recepção acolhedora na residência paroquial de S. Victor nos idos anos 1981, 1982... quando um grupo de seminaristas (de Telhado e Vale S. Cosme) aí se deslocava.
Mosenhor Joaquim Morais nasceu a 14 de Outubro de 1936. Entrou no Seminário de Braga em 1948 e é ordenados presbítero em 15-08-1961. Desde 1972 a 1999 é pároco de S. Victor, em Braga (com seu irmão P. José Morais da Costa). Desde 1999, é Reitor do santuário do Sameiro, Braga.
"Sou feliz" é uma das frases de Monsenhor Morais da Costa. Se dúvidas houvesse, estariam desfeitas para quem conhece e conviveu com este "homem de Deus". A sua sua energia, alegria e entusiasmo que sempre demontrou ao longo destes 50 anos de sacerdócio. Empenho, verticalidade, generosidade, bondade, entrega, humildade e simplicidade foram muitas das qualidades que alguns dos intervenientes realçaram do Monsenhor Morais da Costa.
Nesta cerimónia, Monsenhor Morais da Costa quis juntar muitos daqueles que "de 1948 a 1961 e longo da minha vida de sacerdócio viajaram na mesma carruagem, e em diferentes apeadeiros mudaram de rumo." Convidou, também, os ex-seminaristas das comunidades vizinhas para partilhar a alegria de ser padre. "... ser padre é isto somente não ser de si nem dos seus para ser de toda a gente." (A. Correa de Oliveira).
Os paroquianos associaram-se em grande número a esta homenagem simples, mas com muita sobriedade; Concelebraram diversos sacerdotes, colegas e amigos, o Arcipreste de Famalicão, Pe Mário Martins e no já final da cerimónia marcou presença o Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga que também dirigiu uma palavra de apreço pelo seu trabalho e dedicação ao longo de 50 anos de sacerdócio. E lançou um apelo para as famílias, pai e mãe, servirem de eco de despertar de vocações, tal como o foram os pais do Monsenhor Morais.
No final da eucaristia de acção de graças um momento de convívio e confraternização para os convidados e amigos, no centro Social e Paroquial.
Parabéns pelos 50 anos e obrigado pelos vezes de convívio e recepção acolhedora na residência paroquial de S. Victor nos idos anos 1981, 1982... quando um grupo de seminaristas (de Telhado e Vale S. Cosme) aí se deslocava.
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